Feriado prolongado muda a geografia dos chamados. Durante a semana, a maior parte acontece dentro da cidade. No feriado, desloca-se para as rodovias, concentrada em duas janelas previsíveis: a saída e o retorno.
Os dois picos
Na manhã do primeiro dia, carros que passaram meses em trajeto curto encaram cem quilômetros seguidos. Superaquecimento, correia e pneu velho cobram a conta justamente aí.
No retorno, o fluxo se concentra em poucas horas, o tráfego fica lento e qualquer pane vira fila. É o momento de maior espera do calendário.
O que previne a maior parte disso
- Calibragem e estado dos pneus, incluindo o estepe.
- Nível do líquido de arrefecimento com o motor frio.
- Bateria com mais de quatro anos, testada antes de viajar.
- Palhetas e luzes, principalmente se houver previsão de chuva.
- Macaco, chave de roda e triângulo realmente dentro do carro.
Cinco minutos de conferência na véspera evitam a maioria dos chamados de feriado. Sobre superaquecimento especificamente, veja motor superaquecendo na estrada.
O destino com tudo fechado
A pane de feriado tem o mesmo problema da pane de madrugada: a oficina está fechada. Se você quebrou perto de casa, o carro vai para casa e espera. Se quebrou viajando, a decisão é mais difícil.
Nesse caso, separe as duas coisas: a remoção imediata, que tira o veículo do risco, e o transporte de volta, que pode ser agendado para outro dia por transporte entre cidades. Tentar resolver tudo no mesmo momento costuma sair mais caro.
Na rodovia, use o que já está pago
Nas rodovias concedidas da região, a concessionária remove o veículo da pista sem cobrar, inclusive em feriado. É o primeiro telefone a discar, e os limites do serviço estão em guincho gratuito nas rodovias de Sorocaba.
Atendimento em qualquer dia do ano: guincho 24 horas. Cobertura por região em áreas atendidas.